Transtorno de Personalidade Borderline

Pertence a uma classe de Transtornos Mentais em que os padrões de comportamento da pessoa são tão desviantes dos traços de normalidade que trazem prejuízo tanto para ela como para as pessoas do seu convívio.

Os padrões de comportamento de uma pessoa Boderline são: instabilidade nas relações interpessoais; instabilidade na autoimagem; instabilidade emotiva; autodestrutividade.
Dentro da psicanálise a condição é descrita como estando na fronteira entre a psicose e a neurose.

Uma pessoa diagnosticada com Boderline deve iniciar o tratamento medicamentoso em conjunto com a análise. Os dois trarão uma qualidade de vida ao paciente e ajudará a lidar com os enfrentamentos diárias da doença.

Como você pode ver o psicanalista não atua sozinho em alguns atendimentos. Ele trabalhará em conjunto com outros profissionais que também serão importantes dependendo do caso.

Em nosso curso além da teoria trazemos também a prática para que o aluno entenda a atuação do profissional antes de migrar para a área. Fale conosco e venha nos conhecer.

Mas afinal de contas, é ruim criar expectativas?

Vivemos explicando para os nossos pacientes e amigos que algo aconteceu porque criamos expectativas, se não as tivesse criado nada disso teria acontecido. Mas será que é tão ruim assim cria-las?

O significado de expectativa segundo o dicionário é: ´´situação de quem espera a ocorrência de algo, ou sua probabilidade de ocorrência, em determinado momento“
Então, a expectativa não é de toda ruim. Claro! Corremos o risco de nos frustrar, mas caso isso aconteça podemos pagar o preço, afinal a castração precisa ser enfrentada e não evitada, pois só assim conseguiremos evoluir.

Sem expectativas não vivemos, afinal é necessário fantasiar para desejar.
O medo nos faz perder muito mais, é por medo de sofrer que mais sofremos e permanecemos no mesmo lugar.
Por isso, crie sim expectativas. Deseje. Espere. Tudo dentro do equilibro faz com que sejamos pessoas melhores e alcancemos lugares no quais não imaginávamos alcançar.
O analista pode ser o intermediador deste processo.

Quer saber mais como isso acontece? Fale conosco e tire as suas dúvidas sobre o curso de formação em psicanálise. Turmas para o segundo semestre abertas!

Muitas escolhas que fazemos estão pautadas no amor. Naquilo que queremos, no que sentimos, no que faz nosso coração pulsar. Em caminhos que nos sentimos expandir internamente, naquilo que brilha aos nossos olhos e que nos faz sentir vivos.

Mas podemos também escolher pelo medo: pelos caminhos que nos parecem menos arriscados. Por aquilo que está mais acessível, mais fácil. Por aquilo que já conhecemos. Não necessariamente onde nos sentimos mais conectados, mas onde nos sentimos mais seguros e confortáveis.

Escolhas pelo medo parecem nos proteger. Mas no fundo, podem funcionar como grandes prisões. Nos manter em um relacionamento fracassado, porque não acreditamos que podemos ser felizes sozinhos ou em outras relações. Nos manter em um emprego que nos adoece, porque não acreditamos que exista outras possibilidades. Fazer tudo do mesmo jeito mesmo que isso nos deixe infelizes, porque não percebemos que podemos fazer novas escolhas.

O tempo todo estamos decidindo sobre algo. Mas a partir de que você realiza essas escolhas?
O medo nos protege, mas ele também nos paralisa e nos impossibilita. O amor nos ajuda a buscar aquilo que desejamos, mas tem os seus riscos.

Quando eu tenho a possibilidade de me conhecer melhor, saber o que está atrás dos meus medos e inseguranças, eu consigo assumir as minhas escolhas e ir em busca daquilo que me faz feliz. Isso não significa que durante o processo não exista o medo, ou a dor. Mas que não será o medo a dirigir as escolhas tomadas.

Você já parou para pensar sobre isso? Já parou para refletir se suas escolhas estão pautadas no amor ou no medo? Já parou para ouvir para onde você deseja seguir?

A análise é uma das formas de conhecermos melhor os nossos medos. E se você já está nesse caminho de querer fazer as suas escolhas através do ´´amor“ queremos te convidar a conhecer o nosso curso de formação em Psicanálise. Já estamos com mais uma turma sendo criada e convidamos você para essa oportunidade.

Como já diziam os pacientes de Freud “quanto tempo durará o tratamento. De quanto tempo o senhor precisará para aliviar-me de meu problema?” (Freud,1913)

Quando os pacientes nos procuram uma das primeiras perguntas sempre é “quanto tempo dura a sessão? É toda semana?” E essa é uma dúvida em que quem estuda psicanálise também fica ansioso para descobrir. Afinal, quem está na teoria não vê a hora de ir para a prática não é mesmo?

Precisamos dizer que o tempo da análise é um tema que vem há vários anos sendo discutido dentro da psicanálise. Principalmente quando a teoria lacaniana chega nesse debate.
Importante falarmos que dentro da linha psicanalítica não se tem como afirmar a data do término do tratamento, se será 1, 2 ou 3 meses ou até anos de tratamento. Isso porque a partir do início da análise o paciente se dá conta de suas próprias questões e de suas variadas amplitudes dentro do seu caminhar que é único. Cada pessoa fará a sua caminhada e levará o seu tempo. E o analista tratará cada paciente como único e respeitará este tempo.

Já nos referindo ao tempo de análise, através da teoria e também da experiência clínica, pode-se constatar que hoje o tempo da sessão está entre os analistas que seguem o que Freud estipulou, fazendo sessões de 1h e as vezes até de 50min e os analistas lacanianos que concluem a sessão a partir de que essa é compreendida pelo paciente ou quando o analista percebe que ali se deu o momento da sessão, deixando que o conteúdo seja refletido pelo paciente até o próximo encontro.

Qual das duas estão corretas?
As duas estão. Estamos apenas falando de teorias e práticas psicanalíticas diferentes.

Essas e outras dúvidas você pode conhecer em nossas aulas de psicanálise. As inscrições estão abertas e você pode nos procurar para maiores informações.

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Maio veio com tudo com a cor amarela e com o tema da campanha “Juntos Salvamos Vidas” Neste mês falamos sobre a conscientização e redução nos acidentes de trânsito e evitar mortes.

A campanha traz forte movimentação e participação de órgãos governamentais e diversas organizações para conscientizar o cidadão sobre a importância da segurança durante a direção, afirmando que a responsabilidade ao volante é fator determinante para o número de acidentes, mortos e feridos.

Estatísticas da PRF (Policia Rodoviária Federal) mostram que o alto índice de acidentes graves e fatais no Brasil tem como causa principal a falha humana. Com isso, neste mês de maio o intuito do departamento é aumentar as informações de medidas simples que são eficazes quando colocadas em prática como, por exemplo, utilizar faixa de pedestre, respeitar a sinalização, não misturar álcool e direção, não usar o celular enquanto dirige e realizar ultrapassagens seguras.

Exemplos estes que já conhecemos, mas que muitas vezes não colocamos em prática.
Para maiores informações sobre a campanha do Maio Amarelo a página do @senatran está divulgando detalhes sobre a campanha e alertando os motoristas para o uso do cinto de segurança, sugerindo aos caminhoneiros que dirijam descansados e lembrando aos pedestres e ciclistas que também tem deveres para tornar o trânsito cada vez mais seguro.

Nós psicanalistas podemos atuar diretamente em diversas áreas dentro desse tema de maio:

– com o motorista, que as vezes se encontra estressado e acaba projetando a sua raiva em outro motorista ou pedestre;

– com a pessoa envolvida em algum acidente e que sofreu algum trauma físico ou emocional,

– e até mesmo com a família em caso de luto envolvendo acidente de trânsito.

Enfim, muitas são as atuações de um psicanalista!!

Conheça essa Formação maravilhosa!! Estamos aqui para esclarecer suas dúvidas.

Entre em contato conosco.
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A psicanálise acredita que a interação nos primeiros meses de vida com o bebê pode colaborar no desenvolvimento de um autismo. Quando a criança busca na mãe (ou na pessoa que representa este papel) uma interação ou resposta emocional e essa não corresponde, a criança começa a não ser mais estimulada nessa comunicação com o meio externo e acaba se voltando apenas para o seu eu, não conseguindo se relacionar mais com o outro. Ela criará uma defesa para não se machucar mais. Podemos dizer que, ela criou uma ´´resposta“ aquele comportamento que ela recebeu.

▪️Dessa forma a psicanálise entende que o sujeito pode realizar um trabalho que não visa eliminar o sintoma, mas que permita que encontre a construção de uma autoria, que atribua significações singulares que apaguem as repetições próprias do quadro.

✅ A ludoterapia com a criança e o acompanhamento com os pais não visa um ´´adestramento“ em prol da adaptação e sim uma construção incialmente para um caminho de inclusão incialmente na família e posteriormente no mundo.